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Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Quando aproveitar comida resulta em almôndegas vegan

por Renato, em 06.09.17

Tomem lá uma ideia para o vosso almoço ou jantar com apenas 4 ingredientes: courgete, abóbora-manteiga, cebora e pão-ralado.

 

É uma ideia vegan mas vou pôr isso de parte.

 

A ideia principal aqui é o reaproveitamento que podem fazer com algumas coisas que têm na despensa ou no frigorifico.

 

Neste caso, duas courgetes e duas abóboras-mantega estavam a azucrinar-me a cabeça. A esta receita, eu só lhe juntei mais uma cebola e o pão-ralado.

 

Sou aquele tipo de pessoa que não vê qualquer tipo de saída imediata para legumes de forma geral. Ou melhor, é muito difícil perceber de que forma posso tornar aquilo em algo que goste de comer.

 

Com estes tentei fazer isto e até que não correu mal!

 

Cortei duas abóboras-manteiga e uma cebola.

Juntei-as no tabuleiro de ir ao forno e temperei com azeite, sal, pimenta e paprika (comprem paprika fumada que é qualquer coisa!).

É opcional mas podem também juntar umas ervas aromáticas, como tomilho, porque irá dar um bom impulso à vossa abóbora.

 

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Levei ao forno durante 30 minutos a 200 graus. Podem ligar a resistência e aumentar para os 250 graus para terem uma bela abóbora caramelizada.

Levei tudo ao processador e fui juntando pão ralado até obter a consistência certa para moldar.

Moldei em forma de almôndegas e agora há duas opções: (1) comem mesmo assim; (2) fritam em azeite ou levam ao forno.

 

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Agarrem a segunda opção, por favor!

 

De resto, eu espiralizei a courgete para servir de acompanhamento às almôndegas de abóbora-manteiga.

 

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Podem também fatiá-la para grelhar com umas pedras de sal.

 

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Já perceberam que podem tomar vários caminhos nesta receita, não é?

 

Tenham uma boa semana!

 

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Chamuças para todos!

por Renato, em 25.03.17

Eu podia escrever um extenso texto sobre chamuças.

 

Podia contextualizar-vos historicamente e até dar-vos uma perspectiva política desta iguaria Indiana.

 

Não vou fazer nada disto, até porque vou mostrar-vos, a modos que envergonhado, as chamuças que fiz (sem fritar e direitinho para a malta vegan).

 

A chamuça surge primeiramente na antiga Pérsia no século XI e, é de tal forma uma receita antiga e com uma importância cultural que vou deixar-vos uma referência para mais tarde. Leiam, a vergonha de mostrar-vos as minha vem daqui.

 

De qualquer forma, cá vai:

 

Precisei de azeite, sal, pimenta e pó de caril; legumes cortados em juliana; e duas folhas de massa filo.

Para o molho de iogurte, precisei de iogurte natural sem açúcar; um dente de alho, sal e pimenta.

 

Toca a aquecer o azeite e a refogar os legumes; temperar com sal, pimenta e pó de caril a gosto. Conteúdo feito.

 

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Toca a cortar as folhas de massa filo em rectângulos.

 

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Colocar o conteúdo numa das pontas do rectângulo e começar a fazer triângulos. Fácil.

 

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Pôr as chamuças num tabuleiro e levar ao forno 30 minutos a 180º.

 

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O molho de iogurte é só juntar iogurte natural, com alho e temperar com sal e pimenta. Levar à 1,2,3 e está feito.

Aqui vai. Muitas chamuças para vocês!

 

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PSI, uma pausa vegetariano-vegan para um almoço ou jantar.

por Renato, em 01.03.17

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Alface com tomate, sal, azeite e vinagre. Esporadicamente tofu e seitã. Almoço e jantar, 365 dias por ano.

 

Esta era a minha ideia pré-concebida em relação aos vegetarianos. 

 

Nem sequer distinguia bem os vegetarianos dos vegans. Bem, a verdade é que ainda hoje não os distingo totalmente. Limito-me a compreender o conceito de uma forma geral.

 

De vez em quando cozinho umas coisas que, sem querer, parece que foram feitas para um vegetariano que vive cá em casa. É sempre não-intencional. Não dá para ter este tipo de restrição alimentar, pelo menos para mim.

 

Eu sei que hoje em dia dá perfeitamente para fazer a substituição de produtos de origem animal e que não há qualquer diferença. Tremi um bocado quando escrevi a segunda parte…

 

Faz todo o sentido variar mas não condicionar, na minha opinião.

 

Assim sendo, trago-vos o primeiro restaurante vegetariano (com opções vegan!) que experimentei e que, apesar de achar que a substituição é difícil,  não senti falta de outros produtos para além dos que estavam ali.

 

PSI - Restaurante Vegeratiano

 

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O Psi, é um restaurante que fica ali na Alameda de Santos António dos Capuchos, mesmo ao atravessar da estrada do Hospital dos Capuchos, Lisboa.

 

Encontra-se no jardim do outro lado da estrada e avista-se logo aquela convidativa tenda em forma de quiosque gigante.

 

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A experiência no Psi foi nocturna, ao jantar, onde o ambiente era sereno e acolhedor, com as luzes no ponto certo e uma decoração meio étnica. Acredito que a experiência ao almoço esteja ao mesmo nível pela localização. Mais, é um excelente sítio de paragem para almoço após o passeio matinal pelo centro de Lisboa.

 

Chegámos cedo, estavam duas mesas ocupadas e cheirava muito bem.

 

Sentámo-nos e, passados 30 minutos, o Psi encheu! Parabéns aos empregados de mesa que são super despachados e com uma relação simpatia VS. rapidez bastante boa.

 

Começámos então por pedir bebidas e fomos para a Lassi de rosas (estávamos com medo mas valeu totalmente a pena, provem!) e Lassi de manga para, logo de seguida, pedir umas chamuças de legumes Indianos.

 

De prato principal, os pedidos foram um rolo Libanês, que consiste num rolo de massa folhada com legumes carregados de especiarias, e um caril Laksa que eu não conhecia. Acompanhado com este rolo libanês vinha uma salada de baterraba e maçã que adorei e que já tentei reproduzir na receita do strudel de farinheira e pêra. Já o caril laksa consiste num género de sopa de caril com tofu, rebentos de soja, noodles e legumes: muito bom!

 

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Sobremesas… Ui! Pedimos um cheesecake crumble e um salame do Psi e eu vou destacar este último. Sou parcial porque é o meu doce predilecto mas azar porque isto é tudo meu. O salame tinha bolacha de aveia, chocolate, castanhas e figos. Sem ovo, meus meninos vegans, sem ovo! O cheesecake achei normal.

 

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É excelente e vale a pena ir pela experiência vegetariano-vegan, mesmo para quem não o é.

 

Um bom conselho: reservem porque é difícil ir à maluca e ter a sorte de ter mesa.

 

Muitos rebentos de soja para vocês!

 

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