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Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Comida de Sobrevivência

por Renato, em 15.03.15

(Leiam a próxima frase como se estivessem a narrar um documentário em Português do Brasil) A preguiça é um animal que ataca o ser humano com 2 ou 3 dentadas e as estatísticas dizem que é algo que faz com frequência; após ataque, o ser humano fica sem motivação para fazer qualquer coisa, apesar de ter todas as capacidades para o fazer.

Hoje, venho dissertar um bocado sobre comida de sobrevivência… Comida de quem chega a casa e só lhe apetece refastelar no sofá depois do trabalho, depois da escola ou de qualquer outro sítio que deixe a cabeça em água. Esta dissertação é mesmo muito pequena uma vez que, apesar de ter todas as capacidades mentais comigo, a preguiça foi mais forte e sinto-me um paquiderme que poderia ficar dentro de água ou ao sol, bem quieto, a olhar para nada durante horas.

Eu próprio nunca estive a estudar fora de casa, no entanto, alguns colegas que fui tendo ao longo do percurso académico falavam da massa de atum como um autêntico Kit de Sobrevivência. Hoje em dia, sou eu que trabalho fora e longe da casa que ao longo da vida me deu excelentes refeições, ou seja, também eu fui criando um Kit destes.

As coisas que costumam parar cá por casa em dias destes são a Massa de Atum (ainda bem que existes, atum enlatado!) e a Tortilha (Ovos, vocês são os maiores!)

Massa de Atum

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Em azeite juntei chouriço (mas poderia ter juntado um bacon ou um presunto que estivesse cá por casa), meio pimento vermelho e aipo bem picado; juntei cogumelos enlatados  e atum; meio pacote de natas e parte do caldo de cozedura da massa; deixei ferver uns 2 minutos, juntei a massa e isto tudo demorou 15 minutos a fazer.

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Comi que nem uma bisarma.

Tortilha da Casa

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Cortei meia batata em cubos pequenos e foram a fritar num fio de azeite na frigideira onde será feita a tortilha; enquanto isso acontecia, bati 3 ovos e juntei meia cebola rocha picada, presunto, salsa picada, queijo parmesão ralado, sal e pimenta; juntei às batatas que já estavam na frigideira e lume brando. A partir daqui é fazer como se fosse uma omelete, sem a enrolar no final.

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Bom domingo e não deixei que a preguiça por persiga! ;)

Bota preguiça no 1º dia de 2015

por Renato, em 01.01.15

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Entrámos em 2015 e este é o seu primeiro dia. Dia após um último jantar de 2014 mais ou menos reforçado com coisas que normalmente não se comem. Dia-feriado temperado com um frio de rachar em que faz apetecer ficar em casa refastelado, preocupar-me com o almoço e o jantar 15 minutos antes de o comer, mas com vontade de comer alguma coisa que me console.

Fiz aquele prato que começa seriamente a ser a minha comida rápida preferida para os dias em que chego ás 20H a casa e não tenho nada preparado: Massa al Pesto. O pesto vem ali dos lados de Génova, Itália (eu sei que pareço a Alexandra Lecastre nos programas da noite debitando pesquisas da Wikipedia), é um molho verde, cuja cor vem, principalmente do manjericão, no entanto, também contém alho, pinhões, queijo parmesão e azeite. Esta é a receita tradicional de pesto. Podem comprar o pesto já feito e eventualmente poder-vos-á sair mais barato do que comprarem os ingredientes para o fazer, começando pelo simples facto de que, se quiserem fazer a receita tradicional, terão que comprar o ouro branco dos frutos secos: pinhões.

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Nesta minha receita, eu substitui por avelãs, no entanto, acho que poderão também usar nozes ou amêndoas. Esta que vos mostro não é igual à tradicional mas é igualmente fácil.

Portanto, pus a água com sal e um fio de azeite ao lume; quando a água começou a ferver coloquei a massa tagliatelle da gama gourmet barata do Aldi (sou mão de vaca, sim...).

Para fazer o Pesto, juntei 2 mãos cheias de avelãs com umas 10 folhas de manjericão e vinagre balsâmico (mas não muito, se quisesse que ficasse mais ácido poderia acrescentar depois!) no copo da varinha mágica; juntei-lhe sal e pimenta e passei tudo. Para ficar com aquela consistência pastosa fui, aos poucos, juntando azeite e triturando até ficar como queria.

Escorri a massa, voltei a pôr dentro do tacho e juntei-lhe o pesto e misturei tudo; ralei queijo parmesão e servi para 2 pessoas que lamberam o prato.

Houvesse mais...!

Bom 2015!

 

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