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Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

As entradas que não desiludem

por Renato, em 29.09.17

Quando há muita gente em casa para almoçar ou jantar o maior pesadelo - depois de lavar a loiça pós-jantar - é a arrumação da cozinha durante a refeição.

 

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Hoje, quero fazer uma ode às máquinas de lavar loiça e também àquela comida rápida que dá para muita gente e não desilude. Tal como no rolo de carne que postei aqui no blog há uns dias atrás, sinto que vocês precisam de umas boas entradas para satisfazer os vossos convidados.

 

Mais, venho aqui entregar-vos uma entradas que não irão provocar muitos estragos na vossa cozinha. Essa é a ideia e o segredo é só um: organização.

 

Digamos mesmo que, se não decidirem fazer a vossa maionese (já vão perceber!), não terão problemas quase nenhuns com arrumação: é só lavar e cortar umas coisas, ligar o forno e esperar.

 

O meu conselho para estas refeições em vossa casa é deixar tudo preparado para quando estiver na hora de chegada dos vossos convidados (contem com um atraso de entre 5 minutos a 13 horas…) montarem tudo e levarem ao forno.

 

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À semelhança do que falei convosco acerca do lombo de carne, o ideal é ser algo que vá ao forno ou que não precise sequer de lá entrar.

 

A minhas duas entradas são de forno e são o “Pão de Alho da Casa” e “Batatas com Excesso de Peso” (inventei os nomes agora portanto não se queixem!).

 

Aqui vai bomba!

 

Momento “Algazarra-da-preparação”

 

Para as batatas: liguem o forno a 180º; sem tirar a pele, lavem as batatas e coloquem num tabuleiro de ir ao forno; deitem azeite e bastante sal; levem ao forno por 45 minutos a 1 hora; quando as batatas estiverem cozinhadas, deixem em stand by cá fora.

 

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A maionese que eu fiz é de alho e tomilho mas obviamente que podem sempre comprar para acelerar este processo. Aqui é uma questão de dar ao braço mas se tiverem uma bimby ou coisa parecida a coisa acelera e não cansa. Eu juntei na minha bimby 1 ovo, sal, pimenta, alho ralado, tomilho e sumo de meio limão; mexi tudo a uma velocidade média (5); agora é deixar a bimby em velocidade 5 enquanto deitam 150g de óleo e 150g de azeite em fio (tem mesmo de ser em fio para obterem a consistência da maionese!); provem e vejam se precisa de mais acidez, sal ou pimenta e acrescentem o que for necessário. Reservem a vossa maionese.

 

Para o pão de alho: fatiem a baguete sem cortar totalmente.

 

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Para o azeite de alho, juntem numa taça uma boa quantidade de azeite (a quantidade depende do tamanho do vosso pão), mel, alho ralado, sal, pimenta e umas ervas aromáticas a gosto (o meu levou tomilho). Provem e vejam se têm a vossa molhenga de alho a vosso gosto.

 

Momento “Chegam-todos-atrasados-e-ao-mesmo-tempo”

 

Agarrem nessas batatas mornas com querer, façam um golpe ao longo de cada uma delas e abram ligeiramente. Mandem a vossa maionese de alho e mais um bocado de tomilho fresco para dentro das batatas. Sirvam num prato ou tabuleiro, digam aos vossos amigos para comer e avisem as grávidas que a maionese é caseira!! (quando a minha mulher engravidar vou para clausura)

 

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Agarrem no pão e deitem a mistura de azeite e alho que prepararam por cima e, de preferência, dentro do próprio pão; cortem um queijo mozzarella em fatias finas e tentem, com carinho, colocar dentro do pão. Levem ao forno durante uns 15 minutos a 200º e mais um cheiro de resistência no final.

 

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Sirvam o pão num tabuleiro, sentem-se à mesa e desfrutem do vosso copo de vinho tinto e do vosso fim-de-semana.

 

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Endívias fazer isto em casa! (para os mais distraídos, há aqui um trocadilho)

por Renato, em 10.02.17

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Eu gostei, apesar do sabor bem forte a couve (acho eu) não ser para todos.

 

 

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As minhas endivias foram ao forno só com queijo Brie, oregãos, mel, sal e pimenta.

 

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Eventualmente ficaria bem melhor com qualquer coisa mais ácida, tipo romã ou raspa de limão, que esta não levou.

 

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Entrada rápida e fácil mas, aviso já, não é facilmente gostável para todas as bocas.

 

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31 de Janeiro de 2017 (um balanço de 2017 por pontos)

por Renato, em 31.12.16

Este ano está a terminar e o Sr. 2018 já está numa ânsia danada para entrar. Parece que foi ontem que eu e minha excelentíssima cara metade estávamos no meio de bons amigos a fazer a contagem decrescente para 2017. Incrível! A rapidez com que passa o tempo. 

 

Por essa altura estávamos a delinear os objectivos para este ano que já passou. Ora vejamos em revista:

 

I. Dos 12 livros que eu queria ler este ano... bem... consegui! Tive apenas de lhe dar forte nestes últimos meses pois não queria terminar o ano ser ter lido a autobiografia do Bruno Carvalho e o novo livro arquitecto Saraiva, “As confissões do meu tetravó sobre as enfermeiras da I Guerra Mundial”, assim como o livro de cartoons do Nuno Espírito Santo, "Jogar à Porto".

 

II. Aquela minha convicção de vir a conseguir passar apenas 30 minutos por dia no Facebook passou completamente ao lado. 

 

III. Já o a minha premonição de vir a enriquecer devido à quantidade de cocós que pisei nos últimos dias de 2016... Bem... Isso deve ter sido uma ideia vinda de um tipo que teve uma sorte daquelas de 1 em 1 milhão (já agora, desejo que esse sujeito tenha ficado suterrado em m**** e que só depois disso tenha gozado o seu dinheiro em pleno)

 

IV. Impressionante, impressionante é aquele meu objectivo de vir a ter ligar cada vez mais aos amigos: fico sempre com a sensação que poderia ter dado mais, mas ainda bem porque significa que ainda há mais para dar (ui, esta foi sacada do meu âmago, onde encontrei o Padre Tolentino Mendonça que me deu esta dica).

 

Agora restamos esperar pelo que ai vem em 2018. Penso que irá correr bem, dadas as excelentes iniciativas vindas deste ano 2017 que está a terminar:

 

I. A obrigatoriedade de todos os carros terem um aplicativo cumprido e redondo no assento do condutor que vai direitinho à cavidade anal cada vez que se buzina. Ah, mais silêncio nas cidades. Gosto.

 

II. Aquele decreto-lei que saiu e que determinada uma data inicio e uma data fim para dar um “Feliz Natal e um Próspero Ano Novo”, que já ninguém se entendia.

 

III. A alteração do toque das ambulâncias em marcha de emergência para “As baleias” de Roberto Carlos. Se é para chorar, pelo menos que seja a sério.

 

IV. O IKEA ter tomado posse de todas as autarquias foi algo excelente! Desde as eleições autárquicas todos os portugueses, sem exceção, têm um saco de vácuo para guardar o edredon de Inverno, assim como uma jigajoga desmontável para pendurar na despensa e guardar todos os sacos de plástico.

 

V. Outra coisa que gostei foi a pequena mudança nos programas de comentário de futebol às Segundas-feiras. Isto de dedicarem 1 das 3 horas de comentário ao lifestyle é formidável. Assim podemos acompanhar as mudanças de visual neste mundo cheinho de estímulos vindos, principalmente, do salão de cabeleireiro.

 

Isto é o que eu destaco enquanto boas medidas tomadas em 2017. Era difícil de superar 2016 e a quase canonização de Éder, mas acho estivemos bem.

 

Como os fins de ano são sempre brindados com aqueles petiscos meio coquetes com fruta ou vegetal a fazer de copo, eu não pude fugir muito disso. Este é o meu brinde para vocês:

 

Duas abóboras manteiga cortadas em metades. Uns cortes para que assem mais rapidamente (reparem: isto foi uma entrada e o prato principal despachou-se mais rápido, portanto, ponham a abóbora no forno com uma boa hora de antecedência)

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Temperem logo com sal, pimenta e azeite.

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Não tem nada que saber: 2 metades com queijo mozzarela e 2 metas com queijo de cabra com mel.

(Não coloquei sal no queijo de cabra porque já era um queijo bastante salgado mas que fica bem com o doce da abóbora). No meu caso, coloquei oregãos no queijo mozzarela e alecrim seco no queijo de cabra.

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Forno. Tal como já vos disse, durante uma boa hora. Aqui está!  Boa entrada para 6 a 8 pessoas.

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BOM ANO!

 

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