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Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

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A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Qual formalidade, qual quê? 100 Maneiras - Parte II

por Renato, em 06.06.17

Hoje, quero falar-vos sobre o ambiente do 100 Maneiras.

 

Quando entramos naquele espaço na Rua do Teixeira, deparamo-nos com uma banda sonora que inicialmente podemos não estar a encaixar naquele sítio. Cheia de ritmo e força, a verdade é que deixa logo à partida um sinal de descontração para o que virá a seguir. 🤔🤔

 

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Fotografia retirada www.zomato.com

 

Depois disto, olhamos em redor e percebemos que é um espaço pequeno, com o número de lugares suficientes para este tipo de experiência mas cheio de pormenores, os suficientes. Um misto de brancura envolvente, das pequenas janelas de madeira, do teto à antiga, dos diferentes rótulos e garrafas de vinho expostos lá em cima, do espelho trabalhado em dourado e da grande fotografia impressa no separador entre a entrada e a sala de jantar. 😲

 

São pormenores suficientes para "encher" uma sala de jantar. Não consigo descrever-vos tudo: têm de lá ir! 👍🏼😁

 

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La Tomatina - Broa, creme de queijo e tomate

 

Quem por lá trabalha… Definitivamente, têm de contribuir fortemente para um bom ambiente e estes meninos não foram excepção. Nasciam como cogumelos ao nosso lado e cada vez que eu perguntava, mesmo que para o ar, "o que é isto?" lá aparecia alguém a esclarecer. Excelente. Assunto encerrado. 👌👌👌

 

Assim, tudo se conjuga para assumir um ambiente descontraído e sem grandes formalidades. Acontece ali um tu cá tu lá com os amigos, com os empregados, com a música e com o vinho. 🍷

 

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Lucy in the sea with diamonds - Vieiras, uvas e ar de lúcia-lima

 

Acho que o que ajudou mesmo foi aquele vinho branco Quinta do Ameal com aromas frutados e florais, feito com uvas maduras de casta Loureiro… Como é que eu consegui distinguir todas estas particularidades do vinho? Li no rótulo!

 

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O homem do Pesadelo na Cozinha tem um Sonho de restaurante - Parte I

por Renato, em 04.06.17

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 "Estendal do Bairro" - Bacalhau desidratado com molho aioli de coentros e pimentos

 

Eu não quero confundir-vos. Quando ontem escrevi no facebook e no instagram sobre o dia mais feliz e, ao mesmo tempo, menos feliz da minha vida no 100 maneiras referia-me à primeira vez em que senti genuinamente mixed feelings. Não é que não estivesse à espera, mas não com aquela intensidade. 😐

 

Feliz por ver aparecer; infeliz por ver desaparecer.

Feliz por olhar; infeliz por cortar.

Feliz por provar; infeliz por acabar.

 

🤔🤔🤔

 

Que arte é esta? Será quando temos alguém que pega num conjunto de bons produtos e molda-os num prato aparentemente simples mas com técnicas que ultrapassam a nossa imaginação? Eu penso que sim. 

 

É como num oleiro a moldar o barro ou uma bordadeira a trabalhar o seu tecido. 👨🏼‍🎨

 

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"Tu Matas-me" - Será que alguém consegue adivinhar o que é?

 

Ainda assim, quando estamos perante um cozinheiro que pinta o seu prato e quando o prato vem para a mesa eu não posso emoldurá-lo ou utilizá-lo como me der na real gana. Não posso perpetuar a experiência, mesmo que tire 132 fotografias e porque não é algo estritamente visual. Posso sim guardá-la na minha memória mas sabendo que é volátil. Se lá voltasse não ia ser igual, eu sei disso. 🙌🏼

 

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"Perfect skin" - Pele de peixe frita, salmonete, paté de sardinha, paté de fígados, escamas de peixe e maionese de caril

 

Mas no meio disto tudo valha-nos o André, o simpático escanção e chefe de sala, que escolheu um vinho branco Quinta do Ameal, casta Loureiro, e um vinho tinto 100 Maneiras By Herdade dos Grous. 👌👌

 

O André agradeceu pela confiança e pelo desafio mas não era necessário… Nós sabíamos que estávamos em boas mãos. 🙏🏼

 

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Tapas e petiscos dá Tapisco.

por Renato, em 21.05.17

 

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A receita do nome é simples, assim como o conceito que é, nada mais nada menos, um misto de produtos com pratos Portugueses e Espanhóis. Este foi o restaurante que Henrique Sá Pessoa abriu este ano.

 

Com um conjunto de tapas/petiscos e pratos para partilhar, é uma cozinha simples, sem grandes invenções, bem conseguida e é exactamente aquilo a que se propõe. 

 

Quem vai à procura de especialidades e pratos de autor não é ali, apesar de manter a qualidade que temos em expectativa.

 

O espaço, apesar de pequeno, é quente, aconchegante e com uma decoração cheia de pormenor. Há lugares sentados ao balcão e em mesas; nós ficámos nas mesas, algo que me arrependi porque os lugares de balcão estão viradinhos para a cozinha.

 

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A experiência neste espaço passou pela La Bomba de Lisboa - bombas calóricas salgadas de batata doce e alheira, com maionese e molho de tomate -, Paella Negra - uma paella com tinta de choco e maionese de alho -, Mousse de Chocolate Negro com Azeite e Flor de Sal e uma Mousse de Turrón de Alicante.

 

O que destaco é a Paella Negra em que a única coisa que poderia ser mudada é a quantidade de maionese de alho pois corre o risco de ficar demasiado enjoativo, mesmo após espremer o limão. De resto, todos os outros produtos daquela Paella estavam impecavelmente cozinhados.

 

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Depois, eu que não sou um grande fã de mousse de chocolate, esta mousse de chocolate ganhava muitos pontos com aquele caviar de azeite, conferindo-lhe uma cremosidade extra; já para não falar da flor de sal que intensificou toda aquela experiência de chocolate negro versus azeite. Nada a apontar!

 

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Por fim, La Bomba de Lisboa, com a mistura da batata doce e alheira salgadinha é uma aposta ganha. Uma daquelas entradas óbvias que nunca deixam ficar mal! Já a Mousse de Turrón… Bem… Só poderíamos esperar algo do género: doce mais doce não há!

 

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Um bom sítio para ir e ficar de estômago reconfortado. Não aceitam reservas, nem precisam, porque está sempre cheio mas a rotação de clientes também é rápida. O conselho é ir cedo para quem quer ir jantar ou, quiçá, fazer um lanche ajantarado. Estão abertos das 12h às 24h.

 

Muitas iguarias para vocês!

 

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A Francesinha da Taberna Belga, em Braga.

por Renato, em 28.04.17

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Já não basta haver uma, há duas!

Duas Taberna Belga: a 1 e a 2. Simples.

Em Braga.

 

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Comer francesinha também é lá, principalmente com larica, muita larica.

 

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Tem um bonito e saboroso molho que é tudo menos detox. É picante quanto baste. 

Não há que ficar triste porque podem pedir mais picante e, para o compensar, existe uma panóplia de cerveja para provar, não fosse esta Taberna chamar-se Belga.

 

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Há a opção especial (claro!). Na minha opinião, quando há opção especial, seja lá ela como for, é para escolhê-la. 

 

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Sem planos no Culto Café.

por Renato, em 21.04.17

 

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Vamos aqui deslindar uma coisa.

 

Muitas vezes os almoços e os jantares fora não correm muito bem: ou porque todos aqueles restaurantes que viste no Zomato estão à pinha; ou porque estás chei@ fome e não encontras o restaurante com aquele choco frito que te estava mesmo a apetecer; ou porque chegas exactamente àquele sítio que querias experimentar e está fechado.

 

Drama. Eu compreendo-vos, já passei por isso tudo.

 

A experiência negativa supera sempre aquele excelente dahl de lentilhas que provaste no Indiano da esquina ou aquele restaurante vegan onde foste que abananou positivamente todos os teus preconceitos em relação a este tipo de alimentação.

 

Não dramatizem, há coisas que correm bem.

 

Foi o que aconteceu no Culto, em Palmela.

 

Já tinha estado neste bar/restaurante para beber um café ou para apreciar a soberba vista que tem de Palmela, Setúbal ou Tróia.

 

Foi num dia sem qualquer tipo de plano e com um bicho no estômago que entrámos e sentámos na esplanada, lá fora. Da entrada no Culto não percebemos o que perdemos lá dentro, isso é uma pena (e é por isso que estou a escrever isto).

 

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Lá entrámos. Eu podia vir com aquela treta de que a vista abalrroou-me os pensamento, entrou pelo estômago e saciou-me a fome… Não, malta… Eu continuava com fome.

 

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A nossa vontade de “picar” comida, fez com que ficássemos pelas chicken wings (com um molho de manga e caril muito bom!); cogumelos recheados com requeijão, tomate seco e manjericão; e uma bruschetta de salmão fumado; e, claro, batatas fritas. Para duas pessoas, ficou cerca de 10€/pessoa, sendo que pedimos três copos de vinho e dois cafés. 

 

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Comida que cumpre o objectivo e uma vista que está incluída no preço.

 

3,6 pontos no Zomato com potencial para subir.

 

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PSI, uma pausa vegetariano-vegan para um almoço ou jantar.

por Renato, em 01.03.17

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Alface com tomate, sal, azeite e vinagre. Esporadicamente tofu e seitã. Almoço e jantar, 365 dias por ano.

 

Esta era a minha ideia pré-concebida em relação aos vegetarianos. 

 

Nem sequer distinguia bem os vegetarianos dos vegans. Bem, a verdade é que ainda hoje não os distingo totalmente. Limito-me a compreender o conceito de uma forma geral.

 

De vez em quando cozinho umas coisas que, sem querer, parece que foram feitas para um vegetariano que vive cá em casa. É sempre não-intencional. Não dá para ter este tipo de restrição alimentar, pelo menos para mim.

 

Eu sei que hoje em dia dá perfeitamente para fazer a substituição de produtos de origem animal e que não há qualquer diferença. Tremi um bocado quando escrevi a segunda parte…

 

Faz todo o sentido variar mas não condicionar, na minha opinião.

 

Assim sendo, trago-vos o primeiro restaurante vegetariano (com opções vegan!) que experimentei e que, apesar de achar que a substituição é difícil,  não senti falta de outros produtos para além dos que estavam ali.

 

PSI - Restaurante Vegeratiano

 

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O Psi, é um restaurante que fica ali na Alameda de Santos António dos Capuchos, mesmo ao atravessar da estrada do Hospital dos Capuchos, Lisboa.

 

Encontra-se no jardim do outro lado da estrada e avista-se logo aquela convidativa tenda em forma de quiosque gigante.

 

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A experiência no Psi foi nocturna, ao jantar, onde o ambiente era sereno e acolhedor, com as luzes no ponto certo e uma decoração meio étnica. Acredito que a experiência ao almoço esteja ao mesmo nível pela localização. Mais, é um excelente sítio de paragem para almoço após o passeio matinal pelo centro de Lisboa.

 

Chegámos cedo, estavam duas mesas ocupadas e cheirava muito bem.

 

Sentámo-nos e, passados 30 minutos, o Psi encheu! Parabéns aos empregados de mesa que são super despachados e com uma relação simpatia VS. rapidez bastante boa.

 

Começámos então por pedir bebidas e fomos para a Lassi de rosas (estávamos com medo mas valeu totalmente a pena, provem!) e Lassi de manga para, logo de seguida, pedir umas chamuças de legumes Indianos.

 

De prato principal, os pedidos foram um rolo Libanês, que consiste num rolo de massa folhada com legumes carregados de especiarias, e um caril Laksa que eu não conhecia. Acompanhado com este rolo libanês vinha uma salada de baterraba e maçã que adorei e que já tentei reproduzir na receita do strudel de farinheira e pêra. Já o caril laksa consiste num género de sopa de caril com tofu, rebentos de soja, noodles e legumes: muito bom!

 

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Sobremesas… Ui! Pedimos um cheesecake crumble e um salame do Psi e eu vou destacar este último. Sou parcial porque é o meu doce predilecto mas azar porque isto é tudo meu. O salame tinha bolacha de aveia, chocolate, castanhas e figos. Sem ovo, meus meninos vegans, sem ovo! O cheesecake achei normal.

 

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É excelente e vale a pena ir pela experiência vegetariano-vegan, mesmo para quem não o é.

 

Um bom conselho: reservem porque é difícil ir à maluca e ter a sorte de ter mesa.

 

Muitos rebentos de soja para vocês!

 

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#2 Sítios escondidos para comer em Lisboa

por Renato, em 13.02.17

Da saga "Sítios escondidos para comer em Lisboa", trago mais um prato do restaurante "A Escadinha", em Alfragide.

 

 

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Trabalham ali perto? Querem almoçar? Querem bom e barato?

 

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Epá, têm de lá ir.

 

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#1 Sítios escondidos para comer em Lisboa

por Renato, em 01.02.17

Eu até podia dizer-vos onde é que comi isto, mas é tão bom, perto, barato, simpático e discreto que quero evitar invasões.

 

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Mas...

 

Ok!

 

A Escadinha

 

Vamos lá combinar aqui horários para lá ir que aquilo é pequeno e enche depressa.

 

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