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Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Pontas-soltas de massa fresca

por Renato, em 10.05.17

Sabem aquelas pontas soltas da massa fresca?

 

Eu alonguei-as e deu em pequenas pizzas.

 

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Pizzas com o que havia em casa. Já sabem, para a massa fresca a proporção é 1 ovo para 100 g de farinha.

 

O melhor é que em 10 minutos no forno temos pizzas! 

 

Bom dia!

 

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Ravioli, um grande Ravioli.

por Renato, em 25.02.17

Aí vamos nós!

 

Quer dizer… eu vou. Venham lá, vá!

 

Vou pegar na minha mala verde-chão, em toda a minha roupa azul-moldura e vou dar uma volta.

 

Chega então àquela altura em que o frigorífico tem algumas coisas que, infelizmente, não são intemporais. Assim sendo, não há volta a dar: hoje tenho de as usar.

 

Tenho uma abóbora a fazer uma grande espera na gaveta do frigorífico, uma beterraba cozida que não vai resistir a muitos mais dias ali sozinha e um pacote de queijo parmesão já aberto em que é agora ou nunca.

 

Tenho também dois ovos que estão ali impecáveis para juntar farinha e fazer massa fresca.

 

Com tudo isto, pensei em fazer dois grandes Raviolis. 

 

Diz que os primeiros registos sobre Raviolis reportam ao século XVI, em foram servidos durante o conclave de 1549. 

 

Eu consigo imaginar os Cardeais todos ali a alambazar-se com Raviolis enquanto não sai fumo branco. Faz todo o sentido.

 

***

 

Posto isto, esta experiência começou por juntar 2 ovos a 200 gramas de farinha e 1 colher de café de sal.

 

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Misturei tudo com um garfo até a farinha estar absorvida pelo ovo.

 

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Deitei a massa na bancada e amassei, amassei, amassei e amassei mais um bocado. Ah, e amassei.

 

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Deixei a massa descansar durante 1 hora no frigorífico enrolada em papel aderente.

Depois do descanso do guerreiro, tirei a massa e o objectivo era usar a minha máquina nova e brilhante.

Acontece que eu acho que estas máquinas são um autêntico fracasso. Ou arranjamos forma de a fixar permanentemente num sítio ou não vai resultar.

 

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Portanto, eu testei mas optei por esticar a massa com um rolo.

 

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Há que tentar esticar a massa o mais fina possível.

Cortar em quatro partes.

 

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Entretanto, caramelizei a abóbora-manteiga.

 

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No fim, quando a abóbora já estiver cozinhada, juntei-lhe manteiga. Apaguei, juntei o queijo parmesão e envolvi.

Não sei se ficaria bem ou se resultava em alguma coisa proveitosa, mas fritei a beterraba e temperei-a com sal e pimenta (olhem que não foi nada mal pensado!).

 

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Em dois dos quadrados de massa, deitei duas proporções iguais do preparado de abóbora-manteiga. Pincelei com manteiga.

 

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Com o resto da massa, cobri o conteúdo. É importante não deixar ar dentro do Ravioli.

 

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Em água a ferver, cozi o Ravioli durante 3m30s ou 4m, no máximo.

 

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Está feito. A parte mais trabalhosa é fazer a massa. A verdade é que eu fiz e utilizei-a no próprio dia mas também podem fazer a massa e esta ainda consegue durar os dias no frigorífico para cozinharem mais tarde.

 

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O ponto negativo, de facto, é aquela maquineta para a massa. Total fail. Nada funcional.

 

Mas o que é que isso interessa, não é?

 

Malta, desejo uma chuva de Raviolis para todos!

 

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31 de Janeiro de 2017 (um balanço de 2017 por pontos)

por Renato, em 31.12.16

Este ano está a terminar e o Sr. 2018 já está numa ânsia danada para entrar. Parece que foi ontem que eu e minha excelentíssima cara metade estávamos no meio de bons amigos a fazer a contagem decrescente para 2017. Incrível! A rapidez com que passa o tempo. 

 

Por essa altura estávamos a delinear os objectivos para este ano que já passou. Ora vejamos em revista:

 

I. Dos 12 livros que eu queria ler este ano... bem... consegui! Tive apenas de lhe dar forte nestes últimos meses pois não queria terminar o ano ser ter lido a autobiografia do Bruno Carvalho e o novo livro arquitecto Saraiva, “As confissões do meu tetravó sobre as enfermeiras da I Guerra Mundial”, assim como o livro de cartoons do Nuno Espírito Santo, "Jogar à Porto".

 

II. Aquela minha convicção de vir a conseguir passar apenas 30 minutos por dia no Facebook passou completamente ao lado. 

 

III. Já o a minha premonição de vir a enriquecer devido à quantidade de cocós que pisei nos últimos dias de 2016... Bem... Isso deve ter sido uma ideia vinda de um tipo que teve uma sorte daquelas de 1 em 1 milhão (já agora, desejo que esse sujeito tenha ficado suterrado em m**** e que só depois disso tenha gozado o seu dinheiro em pleno)

 

IV. Impressionante, impressionante é aquele meu objectivo de vir a ter ligar cada vez mais aos amigos: fico sempre com a sensação que poderia ter dado mais, mas ainda bem porque significa que ainda há mais para dar (ui, esta foi sacada do meu âmago, onde encontrei o Padre Tolentino Mendonça que me deu esta dica).

 

Agora restamos esperar pelo que ai vem em 2018. Penso que irá correr bem, dadas as excelentes iniciativas vindas deste ano 2017 que está a terminar:

 

I. A obrigatoriedade de todos os carros terem um aplicativo cumprido e redondo no assento do condutor que vai direitinho à cavidade anal cada vez que se buzina. Ah, mais silêncio nas cidades. Gosto.

 

II. Aquele decreto-lei que saiu e que determinada uma data inicio e uma data fim para dar um “Feliz Natal e um Próspero Ano Novo”, que já ninguém se entendia.

 

III. A alteração do toque das ambulâncias em marcha de emergência para “As baleias” de Roberto Carlos. Se é para chorar, pelo menos que seja a sério.

 

IV. O IKEA ter tomado posse de todas as autarquias foi algo excelente! Desde as eleições autárquicas todos os portugueses, sem exceção, têm um saco de vácuo para guardar o edredon de Inverno, assim como uma jigajoga desmontável para pendurar na despensa e guardar todos os sacos de plástico.

 

V. Outra coisa que gostei foi a pequena mudança nos programas de comentário de futebol às Segundas-feiras. Isto de dedicarem 1 das 3 horas de comentário ao lifestyle é formidável. Assim podemos acompanhar as mudanças de visual neste mundo cheinho de estímulos vindos, principalmente, do salão de cabeleireiro.

 

Isto é o que eu destaco enquanto boas medidas tomadas em 2017. Era difícil de superar 2016 e a quase canonização de Éder, mas acho estivemos bem.

 

Como os fins de ano são sempre brindados com aqueles petiscos meio coquetes com fruta ou vegetal a fazer de copo, eu não pude fugir muito disso. Este é o meu brinde para vocês:

 

Duas abóboras manteiga cortadas em metades. Uns cortes para que assem mais rapidamente (reparem: isto foi uma entrada e o prato principal despachou-se mais rápido, portanto, ponham a abóbora no forno com uma boa hora de antecedência)

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Temperem logo com sal, pimenta e azeite.

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Não tem nada que saber: 2 metades com queijo mozzarela e 2 metas com queijo de cabra com mel.

(Não coloquei sal no queijo de cabra porque já era um queijo bastante salgado mas que fica bem com o doce da abóbora). No meu caso, coloquei oregãos no queijo mozzarela e alecrim seco no queijo de cabra.

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Forno. Tal como já vos disse, durante uma boa hora. Aqui está!  Boa entrada para 6 a 8 pessoas.

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BOM ANO!

 

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Red'on no forno ou... Restos D'ontem no forno.

por Renato, em 13.05.15

Não ando aqui a dar uma de Nigel Slater á procura de restos de comida no frigorífico para fazer qualquer coisa saborosa, mas lembram-se dos legumes no forno que vos mostrei aqui no domingo? Sobrou, salteei-os e coloquei-os dentro disto com muito (botem "muito") queijo mozarela ralado.

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Ficaria bem com queijo de cabra ou com queijo da ilha, acho eu... Nunca é queijo demais quando o objetivo é dar sabor a isto tudo.

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Viva o reviver os "restos de ontem"!

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