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Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

O sítio certo para o chocolate

por Renato, em 15.05.17

Fornadas destas são bem-vindas! 

 

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Esta fornada de bolachas com pepitas de chocolate é dedicada ao fim-de-semana que passou. 👌

 

Foram demasiadas coisas a acontecer. Uma fornada delas. 


Para estas bolachas 🍪 derreti 150 gramas de manteiga, juntei 200 gramas de açúcar mascavado e misturei tudo. Juntar 2 ovos e envolver mais uma vez.

 

Juntar aos poucos 250 gramas de farinha e 1 colher de chá de bicarbonato de sódio, envolvendo tudo.

Cortar 150 gramas de chocolate negro grosseiramente e envolver na massa.

 

Agora é fazer uma bolacha por cada coisa boa que aconteceu no fim-de-semana e por cada vez que ouviram a música do Salvador Sobral na última semana. 🎼🎤 

 

Boa semana! 

 

🤗 

 

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Ouro que se come.

por Renato, em 02.04.17

Escavei, escavei, escavei. Foi com tal força e com tal profundidade que encontrei trufas. Umas de côco, outras com chocolate em pó e outras com avelã e noz pecan.

 

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Diz que é ouro. Portanto, ouro come-se. 


Resolvam a equação: X quantidade de chocolate negro para X/2 quantidade de natas; derreter, vedar bem e levar ao frigorífico 1h; moldar e cobrir com o melhor que tiverem aí em casa. 

 

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Tomem lá mais um sobremesazinha saudável! *

por Renato, em 22.03.17

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Oh mas que bem, saudávelzinho, o menino!

 

Deve ser para as meninas e o vinho com quem um tal de presidente do eurogrupo diz que andas a gastar dinheirinho.

 

Só falta mesmo essa bóia de salvação, esse pneu de camião, à volta do teu abdómen. 

 

Excepto isso e o ginásio que pagas todos os meses sem lá pores esses teus pés que mais parecem barbatanas pelo som do andar, tudo bem!

 

Só por isso e já que vai apetecer-te sobremesa depois daquele jantarzinho de sopa de espinafres passada, faz o seguinte:

 

Junta um 2 abacates, 1/2 banana, 1 iogurte natural, 3 colheres de sopa de chocolate em pó e hortelã a gosto.

 

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Tritura tudo e vai lá encher o bandulho sem tanto peso nessa cabeça que já tem mais gordura que consciência.

 

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* todas as ofensas são dirigidas ao autor.

 

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Chocolate, a quanto obrigas?

por Renato, em 04.02.17

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Confesso, desde já, que não sou um adepto fervoroso de chocolate.

 

Gosto.

 

Ao longo do tempo fui consultando altos experts na arte de degustação de chocolate (tipo a minha cara-metade, que não resiste a uma mousse de chocolate; aliás, se o empregado de mesa informar cerca de cento e vinte e sete sobremesas diferentes, eu já sei que ela só ouviu uma) de modo a perceber qual a razão de tal fixação.

 

Sim, de facto consigo comer, bem devagar, uma tablete de chocolate de leite e avelãs sozinho e, percebo que há uns chocolates com sabor menos amanteigado em relação a outros mas, fora isso, acho normal e gosto.

 

Nas minhas sondagens consigo perceber que, a obstinação de determinadas pessoas pelo chocolate está a um nível meta-físico a dar para o abstratosférico. Uns dizem que alivia dores, outros dizem que causa uma sensação de bem-estar e, também há aqueles que dizem que têm de comer chocolate só porque sim, sem critério.

 

Da minha parte, eu sinto culpa quando como chocolate. Será um pensamento não-digno para algo como o chocolate? Dado que quando o como é à bruta, não.

 

Foi então que pensei: talvez tenha de saber realmente trabalhar o chocolate para o saber apreciar.

 

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É justo para comigo mesmo e foi essa a razão que me fez ir a este workshop de chocolate do Kiss The Cook, no LX Factory.

 

A proposta era fazer uma tablete de chocolate, trufas e bombons, algo que ia correndo alguns processos desta coisa mais ou menos complexa que é trabalhar chocolate.

 

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Há uma regra de ouro importante: trabalhar chocolate tem de acontecer a uma temperatura baixa. Ali estava eu, num antigo armazém agora transformado, e muito bem, em cozinha, com as mangas arregaçadas, um frio danado mas pronto a trabalhar. 

 

Foi assim que aconteceu. É tudo bastante simples de fazer com algumas regras que podem ditar um bom ou mau resultado. A temperatura ambiente, como já tinha falado; a temperatura do lume; o controlo da humidade e da água que entra em contacto com o chocolate, principalmente quando se está a pré-cristalizar/temperar (ou seja, nada disso pode estar em contacto com o chocolate, só ele e ele próprio).

 

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Posto isto, começámos por fazer a ganache para as trufas que é bastante simples respeitando as regras acima. Natas e chocolate. Frigorífico e aguardar. 

 

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Depois do frio foi só fazer a forma das trufas e passar por cacau. Fácil.

 

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Depois aprendemos como fazer a parte crocante do chocolate. Golden syrup, açúcar e bicabornato de sódio. Lembrei-me que é algo que costumo fazer para completar as minhas pipocas doces.

 

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Para os bombons, só vou dizer-vos que já sei fazer bounty caseiro, ahah!

 

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O difícil é mesmo pré-cristalizar o chocolate, principalmente não tendo um termómetro. Para tal, tem de se respeitar o chocolate e trabalhar à temperatura devida, variando do chocolate branco, de leite e negro.

 

Aqui, pareceu fácil fazê-lo. Sem termómetro, penso que será uma questão de jogar pelo seguro e ter o bom-senso de não ter o lume no nível 300.

 

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De uma forma global, foi óptimo! Uma manhã de sábado bem passada com dois formadores impecáveis.

 

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Com base nisto, prometo trazer o chocolate à baila novamente. Será para breve.

 

Subscrevam a newsletter do Kiss the Cook para receberem notícias sobre os workshops, vale a pena.

 

E têm actividades de team building.

 

Até mais e muito chocolate para vocês!

 

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Trabalhar chocolate com Kiss the Cook

por Renato, em 30.01.17

No fim-de-semana que passou, andei a aprender a trabalhar chocolate 🍫 

 

Não é assim tão simples.
 
 
O Kiss the Cook foi quem ajudou nesta tarefa aparentemente simples.
 

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Vou contar mais em breve.
 
 
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O chocolate está a acabar?

por Renato, em 07.02.15

Se o chocolate está a acabar eu ainda não notei. Pelo sim ou pelo não, hoje gostava de fazer uma Ode ao chocolate, mas não tenho lá muito jeito para escrever Odes. O que posso fazer em relação ao chocolate é falar sobre ele, mas como só falar é ingrato para os sentidos, terá que se tratar por tu de outra forma.

O chocolate vem do cacaueiro. Quem pôs o nome cacaueiro à árvore que dá o cacau, deu-lho bem: cacaueiro, que em latim se diz theobroma cacao, significa "alimento dos deuses". Já lá dizia Álvaro de Campos: "(...) Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.". Quando como chocolate, por si só, não descubro a essência do meu ser ou qualquer coisa que se pareça, no entanto, é uma coisa meio viciante, meio prazerosa e meio simples de se provar; é quase como se o chocolate subisse a um palco qualquer para tocar um bocado de blues ao longo de toda a noite e no final fossemos para casa bem abrigados e quentes nessa noite de Inverno rigoroso.

Normalmente, naqueles dias em que estou triste e insatisfeito com a vida, vou dar uma volta para procurar a felicidade... Normalmente, volto para casa com cinco caixas de chocolate.

Este bolo que hoje fiz não foi uma busca de felicidade, foi mesmo um momento de gula desenfreada. Venderam-me uma receita de bolo de chocolate e quando se está no trabalho ao fim do dia, quase todas as propostas de eventos que pressuponham comida são tentadoras. Foi o que aconteceu...

Num tacho em lume brando juntei 6 gemas, 200 g de açúcar, 100 g de manteiga -  fui mexendo; quando tudo ficou com um tom amarelado e uniforme juntei 250 g de chocolate para derreter -  mexi até formar um grande buraco negro de comer à colher.

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Juntei 50 g de farinha ao buraco negro.

À parte bati as claras em castelo e depois juntei-as ao buraco negro; envolvi bem devagar.

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Foi ao forno a 200º - é importante que o forno já esteja a esta temperatura - durante 12 minutos - ou 15 minutos, dependendo do forno.

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A ideia é ficar com a crosta por cima, bem mole por dentro e mais líquido noutros no meio. Este meu não ficou líquido, mas ficou bem mole... Menos um ou dois mínutos no forno não lhe tinham feito nada mal.

Não ficou bonito depois de o desenformar, ficou meio trapalhão. Neste aspecto, posso alegar que, há uns dias atrás, ouvi que comida não é para olhar, é para comer.

Foi o que fiz.

Bom fim-de-semana!

O lanche, os scones e as bolachas

por Renato, em 25.01.15

Hoje, quero-vos falar de duas coisas que podem fazer um bom lanche; e quero-vos ainda falar do "lanche" que também teve direito a ser inventado.

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O scone tem a sua antiguidade mais ou menos comprovada. É bem antigo, mas não se sabe se veio ali da Escócia, da Irlanda ou da Inglaterra. A 1ª referência ao tal scone foi de um poeta Escocês em 1513: portanto, depois da descoberta do Brasil em 1500, este deve ter sido o 2º maior feito da história.

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De igual forma, a bolacha também já tem uma boa carreira que começa na Pérsia (agora Irão), passaram pelas Cruzadas e de repente viraram o melhor alimento para viagens.

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Estas duas coisas podem muito bem fazer parte de um lanche de tarde num grupo de amigos. A verdade é que, esta coisa do "lanche" que hoje em dia é vulgar e um grandessíssimo cliché, também teve direito a ser inventada num tempo em que só se tomava pequeno-almoço e jantar. Houve um dia em que a jovem rainha Vitória de Inglaterra e mais umas quantas baronesas se viram fartas de sentir um buraco no estômago a meio da tarde e, os Ingleses do pós-guerra andavam sedentos por rituais calmos e caseiros: criou-se o "Afternoon Tea" ou... o lanche!

Hoje, vou ter um lanche com amigos e foi isto que fiz para levar: scones e bolachas.

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Para as bolachas parti de uma receita normal: 175 g de farinha, 50 g de açúcar amarelo e 100 gramas de manteiga, depois, juntei-lhe aquilo que queria a que elas soubessem: maçã e gengibre numas; raspa de limão e canela noutras; e chocolate e pimenta rosa nas últimas.

O forno estava a 180º e não dei grande importância ao tempo: quando já estavam com aspecto de bolachas, tirei.

Já os scones, poderia ter corrido muito bem ou muito mal uma vez que, nunca tinha feito. Portanto e por ordem:

40 g de açúcar amarelo;

225 g de farinha;

1 colher de chá de fermento;

65 ml de leite de soja;

40 g de manteiga;

1 ovo;

Sal.

Juntei tudo e coloquei em bolas no tabuleiro de ir ao forno. Forno a 180º, durante 15 minutos.

Vou indo para o lanche de Domingo, onde já anunciaram que estaria presente um Brownie Vegan!  Quem sabe se um dia também não poderá vir até aqui...

Bom Domingo!

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