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Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Ravioli, um grande Ravioli.

por Renato, em 25.02.17

Aí vamos nós!

 

Quer dizer… eu vou. Venham lá, vá!

 

Vou pegar na minha mala verde-chão, em toda a minha roupa azul-moldura e vou dar uma volta.

 

Chega então àquela altura em que o frigorífico tem algumas coisas que, infelizmente, não são intemporais. Assim sendo, não há volta a dar: hoje tenho de as usar.

 

Tenho uma abóbora a fazer uma grande espera na gaveta do frigorífico, uma beterraba cozida que não vai resistir a muitos mais dias ali sozinha e um pacote de queijo parmesão já aberto em que é agora ou nunca.

 

Tenho também dois ovos que estão ali impecáveis para juntar farinha e fazer massa fresca.

 

Com tudo isto, pensei em fazer dois grandes Raviolis. 

 

Diz que os primeiros registos sobre Raviolis reportam ao século XVI, em foram servidos durante o conclave de 1549. 

 

Eu consigo imaginar os Cardeais todos ali a alambazar-se com Raviolis enquanto não sai fumo branco. Faz todo o sentido.

 

***

 

Posto isto, esta experiência começou por juntar 2 ovos a 200 gramas de farinha e 1 colher de café de sal.

 

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Misturei tudo com um garfo até a farinha estar absorvida pelo ovo.

 

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Deitei a massa na bancada e amassei, amassei, amassei e amassei mais um bocado. Ah, e amassei.

 

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Deixei a massa descansar durante 1 hora no frigorífico enrolada em papel aderente.

Depois do descanso do guerreiro, tirei a massa e o objectivo era usar a minha máquina nova e brilhante.

Acontece que eu acho que estas máquinas são um autêntico fracasso. Ou arranjamos forma de a fixar permanentemente num sítio ou não vai resultar.

 

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Portanto, eu testei mas optei por esticar a massa com um rolo.

 

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Há que tentar esticar a massa o mais fina possível.

Cortar em quatro partes.

 

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Entretanto, caramelizei a abóbora-manteiga.

 

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No fim, quando a abóbora já estiver cozinhada, juntei-lhe manteiga. Apaguei, juntei o queijo parmesão e envolvi.

Não sei se ficaria bem ou se resultava em alguma coisa proveitosa, mas fritei a beterraba e temperei-a com sal e pimenta (olhem que não foi nada mal pensado!).

 

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Em dois dos quadrados de massa, deitei duas proporções iguais do preparado de abóbora-manteiga. Pincelei com manteiga.

 

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Com o resto da massa, cobri o conteúdo. É importante não deixar ar dentro do Ravioli.

 

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Em água a ferver, cozi o Ravioli durante 3m30s ou 4m, no máximo.

 

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Está feito. A parte mais trabalhosa é fazer a massa. A verdade é que eu fiz e utilizei-a no próprio dia mas também podem fazer a massa e esta ainda consegue durar os dias no frigorífico para cozinharem mais tarde.

 

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O ponto negativo, de facto, é aquela maquineta para a massa. Total fail. Nada funcional.

 

Mas o que é que isso interessa, não é?

 

Malta, desejo uma chuva de Raviolis para todos!

 

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