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Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

A Francesinha da Taberna Belga, em Braga.

por Renato, em 28.04.17

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Já não basta haver uma, há duas!

Duas Taberna Belga: a 1 e a 2. Simples.

Em Braga.

 

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Comer francesinha também é lá, principalmente com larica, muita larica.

 

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Tem um bonito e saboroso molho que é tudo menos detox. É picante quanto baste. 

Não há que ficar triste porque podem pedir mais picante e, para o compensar, existe uma panóplia de cerveja para provar, não fosse esta Taberna chamar-se Belga.

 

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Há a opção especial (claro!). Na minha opinião, quando há opção especial, seja lá ela como for, é para escolhê-la. 

 

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Pastéis de Húmus. Oi?

por Renato, em 25.04.17

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Feriado. 🙊🙉🙈

 

Aquela quebra.

 

Aquele romper de rotina logo após uma Segunda-feira complicada. 💼

 

De repente é Quarta-feira.

 

Estamos a meio da semana! Todo abraçados a saltar mas com calma...

 

25 de Abril, dia importante em que se iniciou uma mudança importante para Portugal e que nos levou aos dias de hoje. Eu só conheço a realidade do pós-revolução e estou bem. Mesmo que quisesse não tinha hipótese de ser saudosista… 

 

Voltando ao início. É feriado e não há muito tempo a perder na cozinha (certo?). Até porque é só um dia em casa e há que aproveitá-lo. 🏃🏽🏃🏽‍♀️

 

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Hoje havia um resto de húmus que tinha de ser aproveitado. Juntei-lhe 3 latas de atum, farinha de linhaça para lhe dar alguma consistência e azeite quanto baste.

 

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Depois disto, é só moldá-los como bem entenderem. Eu quis enganar o meu cérebro e fazê-lo pensar que estava a comer pasteis de bacalhau (nada a ver!).

 

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Os meus foram ao forno com um cheiro final da resistência de cima.

(podem fritá-los…!) 

 

Bom feriado para todos! 🌾🌴🍂

 

Sigam, marquem, partilhem e comentem!

 

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Sem planos no Culto Café.

por Renato, em 21.04.17

 

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Vamos aqui deslindar uma coisa.

 

Muitas vezes os almoços e os jantares fora não correm muito bem: ou porque todos aqueles restaurantes que viste no Zomato estão à pinha; ou porque estás chei@ fome e não encontras o restaurante com aquele choco frito que te estava mesmo a apetecer; ou porque chegas exactamente àquele sítio que querias experimentar e está fechado.

 

Drama. Eu compreendo-vos, já passei por isso tudo.

 

A experiência negativa supera sempre aquele excelente dahl de lentilhas que provaste no Indiano da esquina ou aquele restaurante vegan onde foste que abananou positivamente todos os teus preconceitos em relação a este tipo de alimentação.

 

Não dramatizem, há coisas que correm bem.

 

Foi o que aconteceu no Culto, em Palmela.

 

Já tinha estado neste bar/restaurante para beber um café ou para apreciar a soberba vista que tem de Palmela, Setúbal ou Tróia.

 

Foi num dia sem qualquer tipo de plano e com um bicho no estômago que entrámos e sentámos na esplanada, lá fora. Da entrada no Culto não percebemos o que perdemos lá dentro, isso é uma pena (e é por isso que estou a escrever isto).

 

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Lá entrámos. Eu podia vir com aquela treta de que a vista abalrroou-me os pensamento, entrou pelo estômago e saciou-me a fome… Não, malta… Eu continuava com fome.

 

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A nossa vontade de “picar” comida, fez com que ficássemos pelas chicken wings (com um molho de manga e caril muito bom!); cogumelos recheados com requeijão, tomate seco e manjericão; e uma bruschetta de salmão fumado; e, claro, batatas fritas. Para duas pessoas, ficou cerca de 10€/pessoa, sendo que pedimos três copos de vinho e dois cafés. 

 

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Comida que cumpre o objectivo e uma vista que está incluída no preço.

 

3,6 pontos no Zomato com potencial para subir.

 

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Adoramos estes bolos...

por Renato, em 19.04.17

 

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Quanto tens fruta madura há que fazer alguma coisa com ela.

 

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Ralar 4 🍎 + 1 🍌

1 ☕️ de farinha de alfarroba

2 ☕️ de farinha de aveia 

2 ovos🥚 inteiros

2 claras de ovo

2 colheres de sopa de canela

1 colher🥄 de fermento

Sumo de 1 🍊 

 

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O importante é ficarem a saber que o bolo vai sair húmido. Isso para mim é um critério muito importante!

 

 
 

 

 

Húmuslândia

por Renato, em 18.04.17

Não há mais rápido e mais energético.

 

Não, não é um sumo detox.

 

Nem o Super-homem.

 

É húmus.

 

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Estou ligeiramente viciado nesta entrada que, vai na volta, agrada a todos. 

 

Não é o tradicional paté de atum ou a quiche de alho-francês. Diria até que é bem mais fácil e rápido do que isso.

 

É só juntar uma boa qualidade de grão-de-bico, uma ou duas beterrabas cozidas, azeite, uma boa quantidade de salsa,  sal, pimenta e puxem bem nos cominhos. Coloquem cebola se assim o entenderem; este não levou.

 

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Aí têm. Os olhos comem e esta cor ajuda. Podem fazer os vossos próprios dips ou então podem comer mesmo à colherada.

 

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Podia fazer um refeição só de entradas… Quem não?

 

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Não és fã de vegetais? Mete tempura.

por Renato, em 14.04.17

 

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Lembram-se das acelgas?

 

Fiquei fã.

 

Quando fiz os canelones de acelgas, retirei os caules e guardei exactamente para isto.

 

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Já queria fazê-la havia algum tempo e cá está ela.

 

Tempura.

 

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Desengane-se quem acha que tempura é Japonês. Este processo é, de facto, usado na cozinha Japonesa mas fomos nós que a levámos. Foi mais ou menos assim:

 

Carlos-yu (o amigo Japonês): Celso, por aqui?

Celso (o missionário Português): Meu amigo Carlos, está tudo?

Carlos-yu: Vamos andando!

Celso: Essa expressão é boa, vou levar o “Vamos andando!” para Portugal.

Carlos-yu: Excelente! Dá-me alguma coisa em troca então…

Celso: Bem, posso dar-te uma receita que aprendi no restaurante da Susana. Chama-se ad tempora cuaresme.

Carlos-yu: O quê? Tempura?

Celso: Não, Carlos. ad tempora cuaresme. 

Carlos-yu: Não percebi… Tempura?

Celso: Ok… Tudo bem, tempera será. É um polme que usas para fritar o que bem entenderes.

Carlos-yu: Uuuuuui!

 

Celso entrega-lhe um pregaminho com a seguinte receita de polme:

 

Juntar 250g de farinha, sal, pimenta e alecrim.

Juntar 1 ovo e misturar.

Juntar 250ml de água com gás.

Juntar 100 gramas de água (bem fria).

Juntar 1 colher de chá de amido de milho.

 

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Como eu sou muito bem mandado, fiz isto e usei os caules das acelgas. Também usei cenouras e aipo porque achei os caules das acelgas pouco… Sim, era o suficiente.

 

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Muita ad tempora cuaresme para vocês!

 

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Kale é com “K” e é couve e não “kouve”

por Renato, em 13.04.17

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Sou do tempo dos Kapas.

 

Quem aí estiver desse tempo que apite.
 

Quem não adorava um bom Kapa? Um bom “komo”, um bom “kuando”, um bom “kem” ou um simples “K” em vez de “que”.

 

Tudo efémero. Um dia o “top” também vai sair de circulação, espero eu…

 

Kale é mesmo com “K” e é couve e não “kouve”.

 

Couve Kale. 

 

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Estas folhas de couve Kale foram cozinhadas no forno para ficarem crocantes. Só nós sabemos o quanto o crocante nos satisfaz.

 

Azeite, mel, sal e pimenta. Forno. 6 a 8 minutos, sem distracções, senão poderá ser tarde demais.

 

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Não se iludam, o sabor da couve está lá.


No topo de um risotto ou numa salada fica bem. De resto, podem cozer, saltear ou fazer sumos.

 

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Não há massa mais fresca e biológica do que esta.

por Renato, em 11.04.17

 

Acelgas. As vermelhas são, claramente, as mais atraentes com o seu sangue vermelho bem vivo a correr pelas folhas.

 

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Para além da acelga vermelha, há para outros gostos: a verde para os mais tradicionais; a amarela para quem gosta de um bom bronze.

 

Tem folha larga e um caule com textura e consistência parecida ao aipo.

 

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Estas acelgas vieram da Quinta do Arneiro. Podia salteá-las ou fazer um arroz de acelgas. 

 

Terá sido a melhor opção fazer uns canelones de acelgas? Bem, hoje foi a solução.

 

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Feito o molho bechamel (manteiga, farinha e leite; sal, pimenta e noz-moscada) pronta a carne de peru picada, tratei de rechear as acelgas sem os caules - esses ficam para outra altura.

 

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Depois de juntar tudo no tabuleiro de ir ao forno, deitei o bechamel por cima e o queijo ralado.

 

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Vai ao forno 180º durante uns 30 minutos.

 

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Arranjem rúcula biológica e juntem mesmo assim, a cru, por cima destes canelones.

 

O picante final da rúcula deu um casamento perfeito.

 

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Uma visita à Quinta do Arneiro.

por Renato, em 10.04.17

 

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Dez horas da manhã e sem grandes planos, fomos para a zona oeste. Dia solarengo com um vento estranho que, aparentemente, pedia um casaco. Acabámos por perceber que não, aliás, se não fosse o vento, o protector solar factor 50+ não ia chegar.

 

Assim, este tinha de ser um dia para passear e aquela zona tem sítios perfeitos para isso.

 

Lembrámo-nos da Quinta do Arneiro, que eu já conhecia pelos cabazes. Sabia que tinham um restaurante com uma promessa 100% biológica e ali estavam todos os factores que o dia assim pedia.

 

Na zona da Azueira, Mafra, encontrámos uma entrada discreta onde a paisagem de árvores de pêra rocha em flor era prometedora.

 

Não reservámos mesa no restaurante mas fomos cedo, o que possibilitou ter mesa para as 12h30. Informaram-nos que estavam cheios e isso confirmou-se,  desde que nos sentámos até que saímos chegaram mais e mais pessoas. Portanto, façam reserva.

 

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No entretanto, fomos passear à quinta.

 

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Não estava a dar para parar de tirar fotografias. O meu telemóvel já estava a pedir-me para gerir a memória nas definições e eu geri a situação muito bem ao tirar mais ainda.

 

Houve ali um sentimento possessivo, de pertença, em relação àquilo tudo. Quem não tem um “sonho de menino” igual ao do Tony por concretizar. 

 

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Desde o sítio das ervas aromáticas, passando pelas estufas e pela imagem épica da couve-roxa por colher, até à paisagem de árvores de pêra rocha em flor de perder de vista, cenários idílicos e com demasiados pormenores a reter para uma curta visita. Tivemos a sorte de apanhar a Luísa - a raíz mais enraizada da quinta que impulsionou este projecto da Quinta do Arneiro - que convidou-nos a acompanhá-la numa visita às estufas; tivemos o azar de ter de sair antes para apanhar a mesa reservada. 

 

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No restaurante, estamos diante de uma decoração tosca, limpa e minimalista. Seja lá o que isto for, é como adjectivo a experiência. 

 

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Havia à escolha um menú de carne e um menú vegetariano, onde o prato principal diferia. Nestes menús,  quatro coisas deixaram-me pasmado.

 

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Em primeiro lugar, aquele tofu fumado é um grande “turn" daquele cardo-verde cheio de sabor.

 

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Depois desta surpresa, a acompanhar as pataniscas de acelgas havia uma salada de couve-flor, rábano, maçã e passas em que os sabores faziam sentido e, acima de tudo, faziam com que qualquer não apreciador de passas, ficasse a gostar de passas (palmas!).

 

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De seguida, havia um sublime alho-francês grelhado no prato de vitela assada que nos faz pensar que há muito mais vida para lá do hipermercado.

 

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Por fim, aquele arroz-doce cremoso com leite de côco é realmente cremoso e, acredito, talvez com menos açúcar do que o tradicional; havia algo naquele arroz que nos intrigou, algo verde que tivemos de perguntar o que era; era banana com espinafres e acreditem… resulta! Eu quero ir a mais casamentos como este!

 

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Após este almoço, nada melhor que visitar a mercearia biológica que fica mesmo ali ao lado do restaurante.

 

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Ali, depois de provar, o próximo passo é comprar e fazer em casa. Comigo resultou nisto:

 

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Acelgas, rúcula, espinafres da Nova Zelândia, batatas-doces e couve Kale. Esta semana vou experimentar.

 

Isto é uma experiência a repetir e que aconselho; o envolvimento dos que ali estão é visível. A simpatia também!

 

Visitem e levem as crianças. Faz todo o sentido (e há uma casa à medida dos mais pequenos para brincar, vão descobrir onde!).

 

Muitos produtos biológicos para todos!

 

p.s.: eu sou fã de rúcula e peço-vos que comprem rúcula biológica para provar. Peço-vos, por favor! Se não gostarem devolvo o dinheiro (só que não).

 

Se a vida dá ovos...

por Renato, em 08.04.17

Quando a vida dá ovos, o que é que vocês fazem?

 

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Pão-de-ló, quem sabe.

 

Esgravatar a tradição do pão-de-ló da tia Maria Costa culminou em pesar 7 ovos com casca; o mesmo peso em açúcar amarelo; metade do peso em farinha; 5 colheres de sopa de leite; raspa de limão. 

 

Bater as gemas com o açúcar num lado, claras em castelo noutro. Envolver a farinha com a gemas e depois as claras. 

 

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Forno a 180 graus e o tempo é a esparguete que vos diz.

 

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