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Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Sr. Brunch do Real Marina Hotel & Spa Ria Formosa - Olhão

por Renato, em 27.02.17

A modos que a encher o bandulho para os Óscares e no seguimento de uma curta passagem pelo Algarve, fomos ao brunch do Real Marina Hotel & Spa, Ria Formosa - Olhão.

 
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Obviamente, havia de tudo. O normal pequeno-almoço continental e mais, mais, mais e mais.

 

A verdade é que havia sempre qualquer coisa. Por mais que quisesse experimentar tudo chegou a um ponto em tive de pôr um travão. Acontece que parei de encher a minha real barriga pelas 15h30 e, só consegui comer no dia seguinte.

 

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Foi demais, fiquei cansado.

 

Preferia que o brunch tivesse acontecido no exterior do hotel, naquele piso voltado para a ria, que era a ideia pré-concebida que tinha em relação àquele brunch. Foi, a título provisório, no piso baixo. Azar, lá fomos.

 

Desde o normal aperitivo, até às pizzas, passando pelo bacalhau com natas, fazendo pequenas incursões pelos scones, croissants folhados e compotas, arranhando nos risottos e massas e, terminando nos doces! Tudo isto, num espaço de tempo agradável.

 

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A minha humilde opinião é que esta moda de brunch fica excelente num Sábado ou Domingo preguiçoso, mas a inflação associada a este tipo de refeição é enorme tendo em conta o público que frequenta, especialmente, no Inverno. Ou será que esta não é uma actividade dirigida aos bons Portugueses a fazer passeios pelos Algarves? Vamos ficar por aqui.

 
O preço é 18€ mas, sem dúvida nenhuma, vale a pena para encher o bandulho.

 

Para os pais e mães está ali o sitio ideal para passar parte da manhã e tarde com todo o tipo de comida possível. Agrada a todos, isso é certo.

 

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Mais, tem animação infantil e tinham um workshop de bolachinhas para as crianças pelas 15h. Eu queria ir, mostraram abertura, mas tive vergonha e a companhia era melhor.

 

Posto isto, mesmo que quisesse comer as pipocas enquanto via os Óscares, não ia dar. De qualquer forma, também não consegui vê-los pela 10ª vez consecutiva.

 

Muitos brunchs para todos!

 

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Ravioli, um grande Ravioli.

por Renato, em 25.02.17

Aí vamos nós!

 

Quer dizer… eu vou. Venham lá, vá!

 

Vou pegar na minha mala verde-chão, em toda a minha roupa azul-moldura e vou dar uma volta.

 

Chega então àquela altura em que o frigorífico tem algumas coisas que, infelizmente, não são intemporais. Assim sendo, não há volta a dar: hoje tenho de as usar.

 

Tenho uma abóbora a fazer uma grande espera na gaveta do frigorífico, uma beterraba cozida que não vai resistir a muitos mais dias ali sozinha e um pacote de queijo parmesão já aberto em que é agora ou nunca.

 

Tenho também dois ovos que estão ali impecáveis para juntar farinha e fazer massa fresca.

 

Com tudo isto, pensei em fazer dois grandes Raviolis. 

 

Diz que os primeiros registos sobre Raviolis reportam ao século XVI, em foram servidos durante o conclave de 1549. 

 

Eu consigo imaginar os Cardeais todos ali a alambazar-se com Raviolis enquanto não sai fumo branco. Faz todo o sentido.

 

***

 

Posto isto, esta experiência começou por juntar 2 ovos a 200 gramas de farinha e 1 colher de café de sal.

 

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Misturei tudo com um garfo até a farinha estar absorvida pelo ovo.

 

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Deitei a massa na bancada e amassei, amassei, amassei e amassei mais um bocado. Ah, e amassei.

 

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Deixei a massa descansar durante 1 hora no frigorífico enrolada em papel aderente.

Depois do descanso do guerreiro, tirei a massa e o objectivo era usar a minha máquina nova e brilhante.

Acontece que eu acho que estas máquinas são um autêntico fracasso. Ou arranjamos forma de a fixar permanentemente num sítio ou não vai resultar.

 

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Portanto, eu testei mas optei por esticar a massa com um rolo.

 

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Há que tentar esticar a massa o mais fina possível.

Cortar em quatro partes.

 

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Entretanto, caramelizei a abóbora-manteiga.

 

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No fim, quando a abóbora já estiver cozinhada, juntei-lhe manteiga. Apaguei, juntei o queijo parmesão e envolvi.

Não sei se ficaria bem ou se resultava em alguma coisa proveitosa, mas fritei a beterraba e temperei-a com sal e pimenta (olhem que não foi nada mal pensado!).

 

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Em dois dos quadrados de massa, deitei duas proporções iguais do preparado de abóbora-manteiga. Pincelei com manteiga.

 

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Com o resto da massa, cobri o conteúdo. É importante não deixar ar dentro do Ravioli.

 

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Em água a ferver, cozi o Ravioli durante 3m30s ou 4m, no máximo.

 

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Está feito. A parte mais trabalhosa é fazer a massa. A verdade é que eu fiz e utilizei-a no próprio dia mas também podem fazer a massa e esta ainda consegue durar os dias no frigorífico para cozinharem mais tarde.

 

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O ponto negativo, de facto, é aquela maquineta para a massa. Total fail. Nada funcional.

 

Mas o que é que isso interessa, não é?

 

Malta, desejo uma chuva de Raviolis para todos!

 

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Amanhã vai ser assim:

por Renato, em 24.02.17

Ideias para jantar ou almoçar? 🤔

 

Amanhã dou uma. 😁

 

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Amantes da seita "Renovação de Restos", olhem aqui!

por Renato, em 22.02.17

Portanto, o que fazer com restos de bolo de iogurte e chocolate do fim-de-semana?

 

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Fazem camadas de bolo ensopado em café e Licor Beirão (só um bocadinho, ham?) e iogurte.

 

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Cacau e raspa de limão para cima e está no ir.

 

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Assustadoramente fácil.

por Renato, em 20.02.17

Orgulho nível 100.


Meio-litro de leite de soja, casca de limão e um pau de canela até levantar fervura. 


Bater quatro gemas, cem gramas de açúcar e uma colher de sopa de farinha maizena á parte.


Juntar esta última parte com o leite, lentamente e sempre a mexer até engrossar.

 

 

 

Se tiverem maçarico queimem açúcar; se não tiverem maçarico não há drama porque comer não pode ser drama. 🤠

 

Muita maizena para vocês! 😎



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Um Strudel para não-puristas

por Renato, em 18.02.17

Ora então muito bom dia, minhas conchas verde-céu!

 

Este vai ser um post às três pancadas com três ingredientes base.

 

Vou fazer um strudel. Será mesmo um strudel? Digo isto porque não é um strudel de maçã, como o mais conhecido e como aquele que fiz o fim-de-semana passado.

 

Este é um strudel de pêra e… alheira! 

 

Esta é a altura em que os puristas vêm dizer que isto não é strudel. Eu vou responder aos puristas: “Pffffff”.

 

Este vai ser um strudel porque eu quero. Vai ser humildemente composto por massa filo, pêra e alheira.

 

Acabei de perceber que a marca da alheira é Terras do Demo, o que significa que isto hoje tem tudo para correr bem.

 

Ora bem, o strudel… a palavra é Alemã, mas a sobremesa é Austríaca, sendo mesmo um dos seus pratos principais. Esta, no passado, era uma refeição simples feita para os pobres. 

 

Este meu strudel, tal como já vos disse, é de pêra e alheira. Pode ser entrada ou prato principal, depende da apresentação. Eu vou fazer prato principal.

 

Vou usar um pacote de massa filo (obrigado, massa já feita!), uma alheira e meia e 2 pêras.

 

Começo por tirar a pele da alheira, levo a fritar com alho numa frigideira; tempero só com pimenta porque a alheira já é salgada; reservo e esmago a alheira.

 

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Corto as pêras e levo à frigideira para caramelizar.

Passado uns minutos, junto vinho do Porto, deixo que a pêra absorva e desligo o lume.

 

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Junto tudo e faço um género de uma pasta.
 

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Coloco as várias camadas de massa filo (sim, vou usar o pacote inteiro de massa filo) esticadas espalho a pasta.

 

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Enrolo com a ajuda do papel vegetal ou mesmo com a ajuda de uma toalha.
 
 

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Pincelo com azeite e vai ao forno uns 30-40 minutos a 180º.
 
 

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Podem comer apenas o strudel e ninguém vos julga. Neste caso fiz uma salada de beterraba, maçã e amendoim, assim como um ovo escalfado que fica bem em tudo.

 

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Aqui fica o Sr. Strudel Vasconcelos.

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Aqui fica o Sr. Strudel Vasconcelos pronto para ir a uma festa.
 

 

Bem, agora é só mesmo comer.

Foi a CNN que disse...

por Renato, em 16.02.17

Então não é que somos um segredo bem guardado na Europa?

 

Portugal: Europe's best-kept foodie secret

 

Bem, se é a CNN que diz, nós acreditamos. Apesar de já termos uma pequena noção disto tudo... 
 
 

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Estas são as 20 razões para Portugal estar na lista de qualquer viciado em comida.
 

 

Desde o Café Correia até ao Alma - Chef Henrique Sá Pessoa. Desde o porco ao leitão. Desde o vinho ao azeite. Desde o cabrito ao borrego. Estou cansado.
 

 

De resto, é ler e partilhar.

 

Sigam no Instagram @patuscadablog

por Renato, em 14.02.17

Maltinha, também andamos pelo Instagram! 📲

 

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Já estão a seguir?

 

Vá, bora lá todos de mãos dadas - que hoje é dia de S. Valentim - procurar @patuscadablog no Instagram.

 

👨🏽‍🍳

#2 Sítios escondidos para comer em Lisboa

por Renato, em 13.02.17

Da saga "Sítios escondidos para comer em Lisboa", trago mais um prato do restaurante "A Escadinha", em Alfragide.

 

 

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Trabalham ali perto? Querem almoçar? Querem bom e barato?

 

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Epá, têm de lá ir.

 

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Lanche de Domingo

por Renato, em 12.02.17

Estou a tentar fazer do strudel o Sr. Lanche de Domingo.

 

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Será que vai correr bem? Apostas?

 

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