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Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Patuscada

A cozinhar enquanto conto umas histórias e mando umas larachas que não são bem histórias.

Trabalhar chocolate com Kiss the Cook

por Renato, em 30.01.17

No fim-de-semana que passou, andei a aprender a trabalhar chocolate 🍫 

 

Não é assim tão simples.
 
 
O Kiss the Cook foi quem ajudou nesta tarefa aparentemente simples.
 

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Vou contar mais em breve.
 
 
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Vai uma Pavlova?

por Renato, em 29.01.17

Tão leve como frágil. Tão flexível como versátil. Obrigado, Ovo, por dares cor aos folhados, por dares cremosidade às massas, por ficares bem em saladas, por teres a gema para o doce de ovo e as claras para os merengues.

 

Merengues.

 

Pavlovas!

 

Diz que vieram dos lados da Nova Zelândia ou Austrália mas a razão do nome é meio incógnita, apesar de ser associada à bailarina - irónico - Russa, Anna Pavlova.

 

Não diria que esta primeira tentativa tenha corrido às mil maravilhas, diria que correu relativamente bem porque talvez tenha baixado a temperatura do forno demasiado cedo.

 
 
Não há combinações mais simples de fazer, no entanto, o gato está no forno. 
 
 
A minha humilde conclusão é que há segredos na variação da temperatura e que há fornos e fornos.
 
 
Alguém com larga experiência em pavlovas, por favor, explique-me.
 
 
O que fiz foi juntar 4 claras, 4 colheres de sopa de açúcar e bater até formar um merengue.
 

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Juntei 1 colher de chá de vinagre, 1 colher de sopa de amido de milho (a maizena, vá!) e mexi mais um bocado.
 
Espalhei o merengue ao longo da medida circular previamente desenhada por mim.
 

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Forno a 150 graus durante 15 minutos.
 

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Depois disso, 120 graus durante 1 hora.
 
Desliguei e deixei arrefecer no forno.
 

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Depois é tirar do forno, é mandarem lá para cima toda a fruta que tiverem em casa + tudo o acharem que ficará bem (eu só tinha morango a e amêndoas que torrei).
 

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Muitas pavlovas para vocês.

 

Até mais!

Il Mercato do Chef Tanka

por Renato, em 28.01.17

Come Prima e Forno d’Oro são dois restaurantes pelos quais assina o Chef Tanka Sapkota. Algures no tempo recebemos a informação de que este Chef iria abrir um novo restaurante em Lisboa chamado Il Mercato. A abertura oficial do restaurante aconteceu a passada semana, tendo feito um soft opening até então. Nós fomos lá!

 

Nesta apresentação do Il Mercato, o chef Tanka dava a possibilidade de experimentar a sua comida através de um menu de degustação; também havia a possibilidade de provar outros pratos da carta.

 

Lá fomos nós para a nossa reserva das 20h. O restaurante fica no Pateo Bagatela em Lisboa, o que é bom porque tem estacionamento subterrâneo e, com sorte, é possível encontrar um lugar nos arredores.

 

Chegámos à hora marcada. Apesar de ser uma zona de restaurantes lado-a-lado, foi fácil perceber ao que íamos. Havia ali uma sofisticação diferente e mais qualquer coisa diferente dos outros: um mercado logo à entrada. 

 

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Sim, literalmente um mercado com polenta, legumes - que eu comia dali logo à dentada, incluindo aquela abóbora-manteiga crua -, massa fresca e outros produtos típicos italianos. 

 

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Lá ao fundo, uma garrafeira cheia de vinho, e não só, de origem italiana.

 

Não podia tirar fotografias, estava um aviso bem grande à porta. Eu respeitei. Respeitei até ver outros a tirar.

 

Após uns breves segundos à espera, chega o próprio chef Tanka para nos receber explicar o conceito do seu novo espaço. Logo a seguir serviu-nos um espumante, claro, Italiano e encaminhou-nos para a mesa.

 

Fomos para a nossa mesa e não podíamos de deixar de escolher o menu de degustação sugerido. Este menu incluía, e vou destacar o que me agradou mais, uns gnochis exceleeeeetes, uma lasanha bem diferente daquilo que estava habituado e uma focaccia boa mas diferente daquelas que tenho provado até aqui, isto é, uma consistência mais fofa mas com menos sabor do que aquilo que o meu cérebro conceptualiza como sendo uma focaccia.

 

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Não tínhamos hipótese senão regar este jantar com vinho Italiano (algo que sim senhor, faz sentido e não achei nada mal!). Neste caso e não percebendo muito de vinhos, muito menos dos Italianos, escolhemos um da região da Toscana, um Santa Cristina. Fomos pela casta, que pelos vistos era Merlot e a minha cara-metade dizia que devia ser bom. Que assim se faça a vontade dela!

 

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Os vinhos são mais caros, mas é normal. Nós percebemos. Ponto final. Podemos comprar vinho para levar para casa. Repito, estamos em pleno mercado italiano dentro de um restaurante.

 

Sobremesas... Foi aleatório. Eu considero que tivemos sorte: trouxeram um tiramissú e um doce feito com chocolate de avelã (não me recordo do nome mas a expert de doces com chocolate lá de casa gostou).

 

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Terminámos com café, obviamente, italiano.

 

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De forma geral, foi uma boa primeira impressão deste novo espaço. Obviamente que se paga a qualidade e o facto de os produtos ali consumidos serem importados para vir parar a nosso real palato.

 

A simpatia e prontidão dos que nos receberam é, sem dúvida, uma mais-valia.

 

Não terem grissinis na mesa à nossa espera por ser um restaurante italiano é um ponto muito positivo. Finalmente um espaço grissinis-free.

 

Por todo o conceito especificamente Italiano, vale a pena ir!

 

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Até mais!

 

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O que será, o que será?

por Renato, em 25.01.17

O que é que eu estou a fazer? 🤔

 

Em minha defesa, isto pode correr muito bem ou muito mal. 🍰

 

Vão poder ver em breve.

 

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Alexandre Silva do Time Out Mercado da Ribeira

por Renato, em 24.01.17

Barriga de porco confitada por Alexandre Silva num conceito que a minha algibeira acha engraçado.

 

Haverá forma menos saudável e mais deliciosa para comer porco?

 

🐷 

 

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Boato: diz que há por lá um vinho Alvarinho alentejano (?)

 

Cozinheiros a sério, obrigado!

por Renato, em 21.01.17

Para quem gosta destas coisas eu diria que, isto de cozinhar 🍳 é ligeiramente viciante. Não consigo descrever a espécie de bolha que se apodera de mim, que me deixa muito longe de vocês mas, onde consigo ouvir-me muito melhor. Sei lá, é algo deste género. 

 

Um dia disse: "Mais vale um fisioterapeuta armado em cozinheiro do que um cozinheiro armado em fisioterapeuta”. Burro! Normalmente discordo de mim próprio após afirmar alguma coisa e, este foi o caso.

 

Cozinhar dá trabalho, bastante trabalho. Isto é, a profissão de cozinheiro. Falo talvez do sacrifício pessoal para vingar no campo profissional. Suposições de quem já escutou algumas experiências nesta área

 

Aquele momento de colocar ideias no prato e criar novas combinações deve ser gratificante mas, a quantidade de horas passadas na cozinha deve ser cansativo. 

 

Por essa razão, uma vénia a todos os cozinheiros da vida.

 

Não tenho uma perspectiva romântica em relação àquela não-frase melodramático-optimista de fazer o que se gosta é meio caminho andado para nunca se cansar.

 

Assim, dedico este meu post de hoje a ti, cozinheiro, que estás a ler isto.

 

Uma verdadeira dedicatória teria de passar por fazer tudo de raiz.

 

Comecei por fazer a massa. 300 g de farinha, 120 g de manteiga, 80 g de açúcar, 1 gema de ovo, 1/2 dl de água e raspa de limão.

 

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Misturei tudo.

 

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Amassei e amassei até ter a bendita massa.

 

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Deixei descansar.

 

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Entretanto cortei kiwis e marinei-os em vinho do Porto com açúcar e reservei os frutos vermelhos com mel e alecrim.

 

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Cortei a massa em dois e estiquei-a.

 

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Recheei a massa, uma com frutos vermelhos e outra com kiwis.

 

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Fechei e pincelei com gema de ovo.

 

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Foi ao forno a 180º, cerca de 45 minutos.

Entretanto fui batendo umas claras em castelo.

 

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Tirei do forno e cobri com as claras em castelo.

 

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Com o novo menino cá da casa, de seu nome maçarico, resolvi um sonho de menino.

 

 

Não posso deixar de dizer que este foi um resultado do qual estou orgulhoso.

 

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Obrigado, cozinheiros a sério!

 

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#homemade #pastry #kiwi #redfruits #pies #patuscada #blog

Digna (espero eu) homenagem aos cozinheiros

por Renato, em 20.01.17

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Este post de hoje serve dois propósitos:

 

(1) para vocês observarem o meu avental azul às bolinhas brancas.

 

(2) para comunicar que amanhã vai ser uma homenagem aos verdadeiros cozinheiros que não sou eu.

 

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#3 Previsão do tempo para o próximo fim-de-semana

por Renato, em 18.01.17

Aventurei-me a fazer massas em casa. Para além disso, estou demasiado inchado de orgulhoso com a minha nova aquisição. Penso que não vou conseguir sair de casa porque o meu ego não vai caber no elevador.

 

O próximo fim-de-semana vai ser assim.

 

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Venha alecrim aos molhos!

por Renato, em 16.01.17

Cresce em todo o lado e o cheiro não deixa ninguém indiferente.

 

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Este molho de alecrim foi-me dado e eu agradeço. Quem me deu este molho de alecrim, para além de boa-vontade, fá-lo sempre com o pretexto de quem o tem a crescer pelo jardim e não sabe o que fazer dele.

 

Oh, minha senhora, passe para cá!

 

Desde colocar um ramo no carro para lá deixar o seu cheiro característico, passando por temperar e cozinhar carnes, até aromatizar azeite, manteiga ou seja lá o que for!

 
 
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No próximo fim-de-semana vou utilizá-lo numa sobremesa. Este jovem é versátil.

 

Venha ele.

 

Até mais!

Tradicional VS. Bimby

por Renato, em 14.01.17

Vou tocar num tópico sensível.

 

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Bimby. Estou fartinho de dizer para não mandarem um vendedor da Bimby à minha casa para fazer uma demonstração porque eu sei que vou comprar. Aliás, não precisava de ser um vendedor com as suas excelentes capacidades para me persuadir a comprar; bastava mandarem o Batatinha para fazer um bolo e mandar contra a minha a fuça que eu comprava.

 

A pergunta dos 100 milhões é “Renato, estás à espera do quê?”

 

Assim só a pensar alto, estou à espera de um dia abrir a porta de casa e ter uma Bimby à minha espera do outro lado; estou à espera que caia uma do céu amparada por pára-quedas num dia de passeio pelo Barreiro; estou à espera que o próprio Batatinha apareça cá em casa com uma Bimby mas que não me mande nenhum bolo à fuça.

 

No limite, estou só à espera de encontrar um bom negócio. Diz que se encontram bons negócios com malta que quer vender a sua Bimby.

 

(Esta última laracha que mandei é para ti que estás a ler isto e que queres vender a tua Bimby. Dá-me um toque!)

 

Tudo o que eu disser daqui em diante em relação à Bimby pode ser redutor mas é a humilde perspectiva de quem tem cerca de zero maquinetas destas. A Bimby que uso hoje neste post foi emprestada e decidi fazer uma receita que já fazia antes “manualmente”: um crumble, neste caso de banana e maçã.

 

Ora vamos lá. 

 

Na Bimby segui a seguinte receita:

Para o Crumble:

1. 100g de manteiga, 80g de açúcar, 150g de farinha, sal e programar 10 seg/vel 6. Reservar.

Para o recheio:

2. 1/2 Kg de maçãs e banana, sumo de meio limão, 40g de açúcar e 1 colher de chá de canela em pó 2 seg/ vel 4;

3. Aquecer 5 min/100º/vel 1. 

 

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4. Recheio num tabuleiro previamente untado com manteiga.

 

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5. Mistura do crumble por cima do recheio e forno pré-aquecido a 180ºC até ficar dourado.

 

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Ora na parte mais tradicional:

 

Para o Crumble:

1. Iguais quantidades em que a única diferença foi derreter a manteiga. Mexer até formar uma espécie de areia. Reservar.

 

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Para o recheio:

2. Numa frigideira, 50g de açúcar e um cheirinho de água; juntei a maçã e a banana; quando tudo já estava incorporado com a calda, juntei vinho de Porto e canela.

 

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3. Mistura do crumble por cima do recheio e forno pré-aquecido a 180ºC até ficar dourado.

 

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Escusado será dizer que demorei menos 30 minutos com a Bimby. Sem dúvida nenhuma que esta é uma ferramenta que faz ganhar muito tempo na cozinha. A rapidez com que conseguimos fazer sopas, molhos ou massas para bolos deixa-me de joelhos com as mãos na face a súplicar por uma.

 

Há uma coisa que me deixa de pé atrás. Usar a Bimby para fazer uma refeição completa dá-me a sensação de perda de controlo, isto é, tenho a sensação de que não consigo voltar atrás para corrigir qualquer coisa relacionado com o sabor e textura.

 

Claro, eu sei que não é peremptório seguir a receita à risca mas… a piada da Bimby não é (também) estar tudo escarrapachado e pronto a fazer?

 

Agora, batendo na tecla da textura, eu tenho uma problema com consistências e não sei se tem sido azar mas cada vez que faço alguma coisa na Bimby, a consistência nunca sai aquilo que pretendo. Lá está, também pode ser a minha inexperiência prática.

 

Uma coisa é certíssima: para utilizar em alguns processos e dar pequenos saltos que nos fazer poupar muito tempo para outras tarefas é excelente! Fazer um molho bechamel em casa, cozer legumes a vapor ou, pegando na receita de hoje, fazer apenas o crumble na Bimby.

 

Sem dúvida nenhuma que é um excelente complemento na cozinha para qualquer um.

 

Comentem, partilhem, gostem e se quiserem podem chamar-me "pai"...

 

Até mais!

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